Segundo dados revelados pela Pesquisa Nacional de Saúde de 2013 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), somente 53% dos brasileiros fazem o uso de escova, creme e fio dental. A higiene mal feita pode acarretar em doenças bucais mais graves do que parecem.

Doenças bucais podem ser prevenidas com bons hábitos de higiene e alimentação

A higiene mal feita pode acarretar em doenças bucais mais graves do que parecem. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), somente 53% dos brasileiros fazem o uso de escova, creme e fio dental.

De acordo com o cirurgião dentista, Carlos Cordeiro, a boca desempenha funções essenciais à saúde do nosso organismo como um todo. Além de possibilitar a fala, mastigação e a respiração, a boca é a maior cavidade do corpo com acesso direto ao meio ambiente. Devido a este contato com o externo, a cavidade bucal se tornou um dos principais locais de entrada de bactérias e microrganismos. E com isso podem provocar desde pequenas infecções até contaminações e implicações mais sérias.

Segundo Cordeiro, a higienização correta da boca pode evitar doenças e distúrbios bucais e dentários. “É necessário deixar claro que as principais causas das doenças bucais é o acúmulo de placa bacteriana. Além da prática do fumo, o alcoolismo e os maus hábitos alimentares”, ressalta.

Higienização correta

Para prevenir doenças bucais, Carlos orienta que os pacientes escovem os dentes e façam o uso diário do fio dental após as refeições. As pessoas devem optar por produtos de higiene bucal com flúor e escovas com cerdas macias e arredondadas. Lembrando que as mesmas devem ser substituídas a cada três meses ou quando as cerdas entortarem.

Outros comportamentos que devem ser levados em consideração para o combate a doenças bucais é a manutenção de uma alimentação saudável. Ou seja, beber água, usar protetor solar labial, diminuir alimentos açucarados, entre outros, ajudam na prevenção.

Já para a identificação do câncer de boca, é preciso se atentar a alterações como a dificuldade de cicatrização de feridas na mucosa e entorno da cavidade oral.  Além do aparecimento de manchas brancas ou avermelhadas e o surgimento de sangramentos. No entanto, somente o dentista poderá identificar um possível caso da doença e encaminhar o paciente para um oncologista.

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